Dor pulmonar,
entretempo de mundo porvir
que atravesso em sonhos.
O príncipe:
retrato de um desejo nunca bastado,
dentre as salivas nunca a encantada.
No claustro de uma aurora silenciosa,
a vida se antecipa,
até quando tantos idos
e nunca o encontrado?
Atos são irremediáveis,
uma palma que deslizou curvilínea a rota
da minha garganta,
a fidelidade resignada,
o silêncio desarmado.
Sou cimento em jaula e
recebo a vibrante pulsação do desejo:
encantados são meus olhos.
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DIGA