Tensão de uma quase entrega.
Na órbita dos espaços que habitava,
ele era sagrado.
O cálice, substrato vital, o conduzia à certeza da crença.
Com tantos ditos empilhados, ele sentia latejar a nuca.
Sentia sussurrarem os espíritos do sol e
acariciarem a umidade do rio.
Deslumbrado pela experiência mágica,
queria silêncio e luar,
queria o mistério camuflado nas barreiras do tempo.
E entre as mãos, o aplauso.
Ele tinha a errância de um percurso sólido,
mas gotas insistiam em permanecer
como se fossem abismos imanentes.
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DIGA