Interpretando Derrida,
O suporte não é “a função ou topos de uma superfície inerte, disposta sob marcas”, a sua passividade é aparente apenas, porque, na prática, “o papel seria um corpo-sujeito ou um corpo-substância” cuja história estaria misturada com a invenção do corpo humano e da hominização. Enfim, operacionalizado numa experiência que engaja o corpo ‒ a mão, o olho, a voz, o ouvido ‒ o “papel” mobiliza, portanto, de uma só vez, o tempo e o espaço.
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